quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Amor !



O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.
Por isso nunca se canse de amar, algum dia você verá os grandes frutos do seu amor que foi sempre cultivado.


Amor Não é só beijos e amassos. Amor é cuidado, amor é carinho, amor tabem é amizade

Renascimento

O Renascimento foi um movimento cultural surgido em Itália no século XV e que, recusando as concepções teocêntricas medievais passa a colocar o Homem no centro de todos os interesses e o seu bem-estar passa a constituir a principal preocupação. A principal característica filosófica do Renascimento é assim a passagem do Teocentrismo que considera Deus como o centro do Universo para o Antropocentrismo que coloca o Homem como o centro do Universo. Apesar de revolucionária no período em que surge, esta concepção da vida não era completamente nova pois já a antiga civilização greco-romana defendia a liberdade e dignidade do Homem procurando criar o "Homem ideal" do ponto de vista cívico, intelectual e físico. É devido a este "renascer" da cultura clássica que se dá o nome de Renascimento. A esta valorização do Homem através da imitação dos modelos clássicos greco-romanos é dado o nome de Humanismo.
Além dos aspectos mais filosóficos, o pensamento renascentista estendeu-se também à literatura e às artes. No caso da literatura, este foi o grande veículo de transmissão dos ideais humanistas do Renascimento. Alguns dos escritores renascentistas que mais se destacam são os italianos Pico della Mirandola e Baltazar de Castiglione, autores de "Sobre a Dignidade do Homem" e de "O Cortesão", respectivamente, o inglês Tomas Moro, autor de "Utopia" e finalmente, o mais influente de todos, o holandês Erasmo de Roterdão, autor de "O Elogio da Loucura". Nas artes, o Renascimento trouxe à regeição o estilo gótico medieval de profunda inspiração religiosa, substituindo-o por um novo estilo que faz a fusão entre elementos pagãos de inspiração clássica e elementos religiosos e da vida quotidiana. Alguns dos principais vultos das artes Renascentistas foram os italianos Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Rafael, Donatello e Botticelli, os flamengos Van Eyck, Jerónimo Bosh e Brueghel e ainda o espanhol El Greco. Em Portugal destacam-se Nuno Gonçalves (o presumível autor dos paineis de S. Vicente) e Grão Vasco.